Desculpem a demora pra fazer outro post.
Ultimamente mal tenho dormido e sentindo muita dor de cabeça. Acho que enfim achei o motivo da dor de cabeça, um maldito vazamento de gás de cozinha estava me afetando. Isso mesmo, gás de cozinha. Tem um fogão que não está sendo utilizado aqui em casa e que “do nada” começou a vazar gás na cozinha. Mas o problema já foi solucionado. E faz exatamente 1 hora que não sinto minha tempora latejando...
Fiquei pensando em que escrever ultimamente, se esse blog seria um diário simples ou se me focava em apenas em crônicas e pensamentos involuntários. Mas percebi que isso é uma construção. Como eu não quero desistir desse blog, será um diário simples, conforme o tempo, tudo pode mudar...
Na terça-feira com uma determinada pessoa no MSN, exclamou que eu realmente devia me apaixonar, que eu estava muito “amarga”. No inicio ri, ri alto que cheguei a lagrimar, por ele ter dito tal coisa. Mas depois fiquei aqui me questionando. Será que sou mesmo? Que impressão eu passo as pessoas? E vi a situação por uma vertente, vamos que assim dizer, diferente.
Formando um paradoxo logo de cara com a minha última frase do Post. – Não, Não preciso me apaixonar. Uma paixão nesse momento, não é algo de extrema importância. Penso sim, que uma paixão possa surgir espontaneamente, sem forçar nada...
Tenho valores bem rústicos e que não nego em usá-los. Convenhamos, tenho um filho, ele é o motivo das minhas buscas, busco passar segurança e conforto sem medir esforços pra ele. Não sou nenhuma “piriguete” que faz filho e deixa pra avós criarem. Isso é ridículo. A Juventude é bem promovida de informação. Dizer quê, - Ah eu não sabia de camisinha, ou que - Fui forçada a ir pra cama com ele. Já tá mais do que ultrapassado. Sei, e seguro um fardo sozinha de uma RESPONSABILIDADE. E também sabemos que criar uma criança, sem quebrar seu processo de desenvolvimento social e motor hoje em dia é complicado. Um âmbito familiar é algo quase que extinta da sociedade. Fica-se a pergunta. - Pra que um amor agora?
Se assumi uma responsabilidade, tenho que cumpri-las. certo?
Se meus objetivos principais é de da uma boa qualidade de vida pra essa “responsabilidade”. Tenho que correr atrás, certo?
Então por causa da “responsabilidade” eu me tornei amarga?
Creio que não sou a única do mundo a passar por uma situação dessa, mas penso da seguinte forma: As pessoas se fecham por que quer. Há mágoas que são difíceis de cicatrizar. Mas negar uma responsabilidade e correr atrás de uma “felicidade momentânea”, pois nada é pra sempre, é babaquice.
Meu foco é outro. Prefiro a felicidade do meu bem maior do que a minha própria. E sim, fiquei amarga, mas não burra. Felicidade vem com nossas ações, não preciso correr atrás de uma paixão. Por que eu sei que um dia ela virá até a mim.


Não sei se foi porque conversamos pouquíssimo, ou por nunca falarmos algo realmente sério, mas posso falar de fato: Adorei, sério. E poucas coisas me fazem ler e que prendem a minha atenção pra ler até o final. Se depender de mim, irei sempre acompanhar-te e ler os seus posts, que me impressionaram muito!
ResponderExcluirBeijos.
Existem pessoas nesse mundo que, independente do tipo, classe social, ou mesmo dos problemas dos outros, sempre aconselham como solução de problemas os próprios recursos... Eu gostei bastante do que escreveu e te digo, não precisa ir atrás de amor algum...
ResponderExcluirAmargo é quem te deu esse tipo de conselho, infeliz e mal amado (a).
Engraçado você escrever sobre isso, sobre se tornar amarga. Porque é uma conclusão que tirei de mim mesma. Acho que quem não me conhece também pensa que sou assim, amarga e/ou mal humorada. Às vezes olho pra trás e vejo que eu era mais feliz quando ainda tava no colegial, acho que é pq nessa época a nossa única responsabilidade é só passar de ano. A gente tem mais tempo pra curtir amigos, eventos... Sinto que os anos pesaram em mim. Problemas e mais problemas... E como disse no post do Júnior, o tempo não pára, o mundo continua. E eu sinto que estagnei. Sei lá, me sinto uma ranzinza de 22 anos >.> tenho uma mentalidade de velha. Acho que me tornar amarga foi meu mecanismo de defesa pra lidar com problemas do passado, presente e do futuro que eu nem sei se tenho. Foi meu modo de reagir a todos os problemas caindo na minha cabeça.
ResponderExcluirEu não entendo como existem pessoas irresponsáveis que largam os filhos pra qlqr pessoa cuidar e cair na gandaia. Eu amo minha sobrinha, penso em trabalhar pra poder comprar coisas pra ela, pra ajudar caso meu irmão precise, penso em estar perto dela o máximo que puder, dar minha atenção, carinho, apoio. É por isso que não consigo entender como alguém consegue fazer isso. Mesmo quando eu tô triste, olhar pra ela derrete meu coração ;_; nem que ela esteja fazendo coisa errada.
E bem, acho que uma paixão, se te trás coisas boas, é válida. Mas você não está errada em colocar seu filho e sua carreira (acho eu) como prioridade na sua vida, ao invés de um amor. E como você mesma disse, o amor vai te encontrar. Na minha opinião é assim mesmo, o amor sempre te acha quando você menos espera.
Desculpe pelo comentários gigante XD